Notícias da Sangha

O Espírito da Liberdade

Dharma Mountain, setembro 1, 2013

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Bênçãos e mais bênçãos nos banhando. Mais uma vez nos reunimos na floresta mágica na Dharma Mountain – vivos, neste momento. Nutrindo nossos corações. A luz do nosso Amado Mestre acordando a lembrança da alma.

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Apoiados pela natureza – a simplicidade, a aceitação das coisas como elas são. A aceitação do nascimento e da morte, das estações, do tempo. A natureza não questiona o certo e o errado do que está acontecendo – quando o momento certo do desabrochar chega, a flor desabrocha. Quando chega o momento da flor morrer, ela morre. É pura aceitação, e puro relaxamento.

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A natureza é relaxada tanto na intensidade da cachoeira como na quietude de um lago. Os pássaros relaxam em seu voo. As raízes das árvores relaxam na natureza, os galhos no céu. Natureza é relaxamento, natureza é liberdade.

Na luz do Amado, nós percebemos que quando somos naturais, somos livres, ficamos à vontade.

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Estivemos aprisionados por vidas, presos em padrões inconscientes, expectativas e ideias. Quando finalmente começamos a enxergar esses padrões, depende de nós assumir a responsabilidade de nos libertarmos deles.

Precisamos assumir a liberdade para sermos quem somos.

Não estamos acostumados com a nossa liberdade. Não percebemos que somos livres. É por isso que vivemos como escravos. Simplesmente o seu chefe dizendo alguma coisa pode ser o suficiente para tirar toda a sua liberdade, não? Até mesmo a sua família. O seu marido. Qualquer coisa pode tirar a sua liberdade – e então mais uma vez você se compromete, você não se assume – mesmo que você tenha enxergado a verdade. Você tem que praticar; este mundo serve para você praticar que está forte o suficiente para assumir os seus próprios insights.

Vasant Swaha

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